Amolador

Amolando facas, tesouras alicates e gente tambem agora com esmeril importado

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Sexta-feira, Abril 29, 2005
 
Preciso colocar uma foto bem legal aqui para vcs me conhecerem um pouco melhor, ou seja, só pela aparência né?
O Resto vcs vão vendo com o decorrer dessas páginas.

Esta daí ao meu lado é a minha namoradinha nova, já estamos juntos a um ano, um mês e quatro dias.
Ela é um amor de pessoa, muito bonita, fofa, gostosa e se chama Lorena. Certamente que ela tem o seu lado agressivo e seu gêniozinho campeão,
mas quem não tem esse gêniozinho dentro de sí não é mesmo?



É isso ae, esse sou eu com a minha princesinha.
Beijos a todos e "all of the good"



Comments:
 
Vamos esquentar isso aqui hein!!!! Muito devagar....hehehehehehe
Seguinte, Hj eu tava no caminho para o trabalho e costumeiramente ouvindo o Salomão Scwartzman da Cultura FM
e ele recitou esse poema de Pablo Neruda muito show. Isso é coisa velha, eu se, mas vale a pena rever quando é bom né:

Segue aí ó:



Quem morre?

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.

O LÚCIDO DO LÚDICO

Batizado como Neftali Ricardo Reyes, o poeta e diplomata Pablo Neruda nasceu, em Parral, no Chile, em julho de 1904. Adotou o pseudônimo "Pablo Neruda", em homenagem ao poeta tcheco Jan Neruda.
Foi em Temuco que Neruda começou a encantar o mundo com sua poesia. Em 1921, no intuito de continuar seus estudos, vai para Santiago, onde publica seu primeiro livro "Crepusculário". Já em 1924, ele publica "Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada", que acabou por se tornar sua obra de maior popularidade, onde podemos encontrar reunidas, em um único livro, algumas das mais belas poesias de amor já escritas.
Em sua carreira diplomática, Neruda foi Cônsul em vários países entre os anos de 1927 a 1933. Socialista entusiasta, disseminava estes ideais pelos países por onde passava. Ao iniciar-se a Segunda Guerra Mundial foi nomeado Cônsul em Buenos Aires, onde conheceu o poeta espanhol Frederico Garcia Lorca, de quem era profundo admirador.
Em 1934, Neruda é transferido para Barcelona e depois para Madrid em 1935. Em meio à Guerra Civil Espanhola, ele publica o poema "Espanha no Coração", onde declara o amor pelo novo país e busca em versos demonstrar seus anseios pela paz.
Regressou ao Chile em 1945 e no mesmo ano recebeu o "Prêmio Nacional de Literatura". Neruda sai do país, após o Partido Comunista Chileno ser colocado na ilegalidade.
Depois de suas andanças pelo mundo, Neruda retorna ao Chile em 1970 para retirar sua candidatura à presidência em prol de seu amigo Salvador Allende, que é eleito. No período de 1970-72, exerce o cargo de Embaixador do Chile em Paris. Em 1971, recebe o "Prêmio Nobel de Literatura".
De volta ao Chile em 1973, encontra um quadro de grande instabilidade política no país, que culmina num dos mais sangrentos golpes militares já vistos na América Latina, em 11 de setembro. Pouco tempo depois, em 23 de setembro, Neruda - que já havia retornado enfermo -, morre em circunstâncias pouco claras.
Neruda, este poeta que buscou no lirismo a lucidez para construir um mundo livre das injustiças, nos deixou muito mais do que sua belíssima obra. Ele nos ensinou, nos ensina e continuará nos ensinando e nos revitalizando através de seus versos, de suas metáforas, seus sonhos que ainda hoje são atuais e compartilhados.



Comments:
Quarta-feira, Abril 13, 2005
 
Atenção usuário, este peuqeno blog ainda está em construção.
Gostaria de antes de mais nada pedir desculpas pelos maus tratos, porem infelizmente não houve condições
de gerenciar o amolador, enfim, vamos que vamos e agora vcs vão ver um amolador muito mais chato e com mutas
novidades pela frente. Aguardem novo contacto....
abraços da equipe



Rztto®


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mais uma vez....Rzttoº Sempre Rzttoº

É nózes

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